26.10.06

CLOSED.

FECHADO POR TEMPO INDETERMINADO

ESSA MERDA!

8.10.06

Tsc...

Mais uma vez
Dirijo-me para esta janela e me forço a escrever algo
Assassinando a inspiração
Espremendo meus instintos
Peneirando as poucas idéias
No intuito de nada!
É muita burrice junta!

1.10.06

Meio termo

Não há nem promessa
Nem juras, nem rezas
Que me façam negar um passo
Que me atrasem no meu destino


Não tem nem cartas e choros
Nem velhos namoros
Que sobreponham minhas vontades
Todas cheias de verdades
Que só eu sei entender


Não há mal nenhum querer
Algo tão egoísta
De vez em quando


Não há ninguém tão bom
nem tão mal assim
Se fiz mal a mim
Eu ainda estou de pé


A mesma faca que corta caminho
Me atrasa as pernas
Me lasca a garganta,
Me dilacera


A mesma mão que afaga e apedreja
Me sustenta o corpo
Me pega um copo d'água
e me aquece o coração


Há de haver um meio termo
para todo termo
Porque de meio certo e meio errado
O inferno tá lotado

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meus últimos escritos tão realmente ruins, mas creio que seja o terceiro ano me arracando as inspirações, ah! estou postando porque quero, apesar de estar tudo uma merda.

Cânticos

Se o amor, nem ao menos o próprio
te fará ir além da humilhação
Veja que a rua está cheia de caídos
Que não aprenderam a dizer não
Ou passaram por cima de valores
Em muralhas pintadas de dores
Afundaram no copo da vida
Tantas mágoas então perdidas

Por que os cânticos de outrora
Já não cantam tão bem nos ouvidos
E pedem desculpa aos anjos
Que caidos perderam a nota
Do acorde mais dissonante
No momento mais inebriante
Esqueceu-se o sorrir

30.9.06

E eu sei lá!

Bom dia, disse o monsenhor
Como vai?, perguntou a madame
Quanta cordialidade numa manhã ensolarada!

Dedicatória

Eu sou da companhia dos coitados
Jogados, de lado, largados no fundo
Eu carrego nas costas o mundo


Eu levo a vida pra passear
Em bosques onde as flores mortas
Forçam um riso pro amor passar

Já não há a dor,
Anestesiado,
Um coração
Não sofre nem ama

E a minha dedicatória
Vai pro primeiro que cruzar a linha
Que divide o amor do ódio
Sem se machucar

28.9.06

Nato.

E eu sigo então lidando
Com minha falsa vagabundagem
Desse jeito rebelde tão fraco
Tão travado, virginiano nato
Daqueles que na raiva
Sentem o ímpeto de quebrar tudo
Mas temem a bagunça causada
E no meio do bend mais agudo
Retardam, para não partir a corda
Ah! Mas que POR**!
Um dia ainda quebro a barraca!

25.9.06

Café, madrugada e agitações encefálicas

Pensamento sonolento
. v . . . .
. . o . . .
c . . . . .
. . . . ê. . .

Pensamento observador
.você
.você
.você
.você

Pensamento transeunde
.....v
....o
...c
..ê

Pensamento corredor
.......vocêvocêvocêvocêvocêvocêvocêvocêvocêvocê.....

Falta de pensamento
[ você ]

A poesia foge

A palavra corre,
Esconde o rosto
Para que eu não a veja
Cala a boca
Para que eu não a ouça

Onde será que está?
Não encontro em canto algum
A localização no mapa
Do bosque das palavras fujonas

Sinto-me uma folha vazia
Papel de rascunho, sem rascunho
Quando, na busca da palavra,
Me instaura um silêncio profundo

Tantas sensações
Ódio, solidão, amor (quem sabe?)
E nem ao menos vogais eu acho
Para fazer escapar a dor







(Ai! Ui!)

22.9.06

Cabeça

Dentro da minha cabeça coexistem mundos.
___
No jardim de infância a professora amava a minha coordenação motora, parece que de lá pra cá ela ficou a mesma =x

Destino ou acaso?

Serei eu apenas uma peça do jogo nas mãos do filho da noite e do caos?
Se meus passos, todos premeditados, já nutrem um ponto final,
Qual então sentido dos dados para um jogo previamente traçado?


Que diabos!